terça-feira, 16 de setembro de 2008

Estao sendo postadas todas as pesquisas da dupla, o que não significa que tudo seja aproveitado.
Algumas conclusões já estao sendo tiradas, o que faz com que nossos estudos fiquem cada vez mais centrados em um determinado meio.

Influencia das embalagens

Influencias das embalagens no comportmento das crianças

2.1 O significado de produto e embalagem
As pessoas estão a todo momento em contato com diferentes tipos de produtos e embalagens, e muitos não sabem seus verdadeiros significados.
Segundo Kotler (2006), produto é tudo o que pode ser oferecido a um mercado para satisfazer uma necessidade ou um desejo.
Para Kotler (2006), os produtos possuem diversas dimensões, tais como: formato, características, desempenho, durabilidade, confiabilidade, conservação, estilo e design.
É comum vermos produtos muito similares, e que até os clientes tem dificuldade na hora da escolha. Já sabemos que esses,possuem uma infinidade de características e então o melhor a fazer é torná-lo diferente a fim de encantar o seu público-alvo.
Esse artigo quer analisar somente um componente de produto e um público-alvo específico, são eles: A embalagem e as crianças. Primeiro,temos que entender melhor o que é embalagem, suas formas, cores, imagens, design, logotipo, composição, diagramação e depois o comportamento de compra das crianças.
Conforme Kotler (2006), embalagem é o conjunto de atividades de projeto e produção do recipiente ou envoltório de um produto.
Para Czinkota (2001, p 232):
A embalagem de um produto é o seu esforço de marketing mais distintivo. A embalagem desempenha uma série de funções essenciais, são elas: proteção do produto em diversas situações, identificação por parte dos consumidores, informação, facilidade de abrir e fechar, etc.
Conforme Mestriner (2001, p 11 ):
Embalagem é um meio e não um fim. Ela não é um produto final em si, mas um componente do produto que ela contém e que, este sim, é adquirido e utilizado pelo consumidor. Sua função é tornar compreensível o conteúdo e viabilizar a compra. Ela agrega valor ao produto, interfere na qualidade percebida e forma conceito sobre o fabricante elevando ou rebaixando sua imagem de marca.
Assim, como os produtos possuem uma infinidade de características, pode-se concluir que as embalagens tem um papel fundamental para o sucesso de qualquer produto, pois, é ela que o acompanha e tem dimensões a serem analisadas tão importantes quanto a dos produtos.
Uma das características que julgo ter maior importância na embalagem, é sua função de concretizar a venda sem auxílio de vendedores. Uma vez que a maioria dos produtos presentes nas gôndolas de supermercados não tem nenhum apoio de propaganda, essa função se torna uma das mais importantes. Se as embalagens não possuíssem essa função, seria necessário que vários vendedores ficassem nos corredores dos supermercados ou lojas para explicar sobre o produto e dar um suporte nas vendas.
2.2 A embalagem e suas dimensões de forma, cor e imagem
Agora que entendemos melhor o verdadeiro significado de embalagem, vamos falar sobre as formas, cores, imagens, design e tipologia, pois, são fatores muito importantes na construção desse poderoso componente dos produtos.
Segundo Mestriner (2002, p 52):
A forma, é o principal elemento de diferenciação na embalagem. O shape de um novo frasco tem um efeito marcante na identificação de um produto. Produtos que têm muita personalidade e precisam expressá-la de maneira categórica devem colocar como ponto relevante de sua embalagem uma forma diferenciada.
No que diz respeito a forma, é comum vermos empresas que valorizam essa característica inovando em embalagens exóticas como as de perfume. Existem frascos de vários formatos. Mas há também empresas que nada criam em termos formatos diferenciados, mesmo quando o tipo de produto comercializado e o público-alvo requer uma forma diferente nas embalagens algumas empresas nem percebem essa necessidade e insistem no mais simples.
Conforme Mestriner (2002, p 53):
A cor, constitui-se num elemento de comunicação, provocando estímulo visual como nenhum outro elemento. As combinações de cores podem ser associadas, por exemplo, ao público infantil, podem ser alegres ou tristes, sofisticadas ou populares, modernas ou antiquadas, esportivas e dinâmicas, e assim por diante. As crianças na Suíça pintam as vaquinhas de lilás em seus desenhos. A cor do produto (chocolate Milka) é tão forte que se sobrepôs à realidade passando a existir no imaginário infantil.
Nas cores, concluí-se que elas estimulam e direcionam para que tipo de público o produto é destinado. A cor vermelha por exemplo, é sempre usada no dia dos namorados em diversas embalagens, a cor preta é mais usada para atrair jovens, as cores mais alegres são usadas para o público infantil e as mais sofisticadas são para as pessoas inovadoras. Você pode criar combinações que já dizem que tipo de público é o seu.
De acordo com Mestriner (2002, p 55):
Em produtos alimentícios appetite appeal ou a exploração do apetite do consumidor é uma arte cultuada, sobre a qual as grandes multinacionais chegam a ter manuais que apontam os detalhes que devem ser valorizados em cada tipo de produto e o que deve ser evitado. O appetite appeal tem sua arte e consegue resultados incríveis quando se trata de alimentos.
O uso de imagens são as mais comuns, tanto para o público infantil quanto para os adultos. A exploração do apetite com o uso de imagens de alimentos prontos para serem degustados nas embalagens são muito utilizados. A Sadia, por exemplo: na sua linha de pizzas, lasanhas, etc, coloca imagens que conseguem influenciar a compra. Já nos produtos para o público infantil é muito freqüente o uso de imagens de personagens infantis que elas gostam.
Analisando as citações acima percebe-se que a forma, cor e a imagem, quando bem trabalhados nas embalagens trazem benefícios surpreendentes.
2.3 Entendendo sobre design de embalagens
Agora vamos entender o que é design; as pessoas falam muito essa palavra mas, poucos sabem o seu significado.
Para Mestriner (2001, p 10):
O design compreende a atividade de desenhar para a indústria segundo uma metodologia de projeto que leva em consideração a função que o produto final irá realizar, as características técnicas da matéria-prima e do sistema produtivo utilizado em sua confecção, as características e necessidades do mercado e do destinatário final do produto, ou seja: o consumidor.
De acordo com Mestriner ( 2001, p 13):
A evolução do mercado e a maior competição entre os produtos fizeram com que a embalagem se tornasse um fator de influência na decisão de compra dos consumidores e começou a vestir-se para agradá-los. Nos anos pós-Segunda Guerra Mundial surgiram os supermercados, e a venda em sistema de auto-serviço estimulou os produtos a conterem a informação necessária para concretizar a venda sem o auxílio de vendedores.
Muitos acham que design é só desenhar algo diferente. Analisando a citação sobre o design de embalagem, entendemos que, muito mais do que a simples arte de desenhar , estar atento as verdadeiras funções do produto, conhecer a matéria-prima utilizada na fabricação do produto e conhecer as peculiaridades de seu público-alvo é importante para que o processo de design seja eficiente. Quantas vezes, já vimos embalagens que não são adequadas ao produto que ela contém? Dependendo da matéria-prima utilizada na fabricação do produto, a embalagem tem que ser feita com um material especial. Se o leite viesse em uma simples embalagem de papelão sem aquela película de alumínio interno, com certeza aconteceria o vazamento. Parece algo banal, mas quando se trata de lançamento de um novo produto, muitas empresas esquecem de observar esses detalhes na hora do design.
Com relação a evolução que as embalagens vem sofrendo ao longo dos tempos, só nos mostra o quanto o mercado sofre mutações, seja em termos de cultura, comportamentos de compra, concorrência, etc. A embalagem tem que acompanhar essas modificações do mercado se ajustando a ele, e não o mercado se ajustando as embalagens.
2.4 Os pontos-chave para obter sucesso no design de embalagem
Agora que entendemos um pouco do significado de design de embalagem e de sua evolução, vamos citar alguns pontos para alcançar a excelência no design das embalagens.
Conforme Mestriner ( 2001, p 37):
Os pontos-chave são: conhecer o produto,conhecer o consumidor, conhecer o mercado, conhecer a concorrência, conhecer tecnicamente a embalagem a ser desenhada, conhecer os objetivos mercadológicos, ter uma estratégia para o design, desenhar de forma consciente, trabalhar integrado a indústria e fazer revisão final do projeto.
Essa citação me fez perceber como a maioria dos planos de Marketing, são insuficientes de informações sobre as estratégias de design de embalagem. São informações muito importantes e que ficam de fora da maioria dos planos estratégicos das empresas.
2.5 Sobre o logotipo, composição e diagramação de embalagens
Conforme Mestriner (2002, p 57):
Diz que o nome do produto tem tanta importância quanto o nome de uma pessoa tem para a vida em sociedade. Ele distingue o produto dos demais, afirmando sua personalidade. O designer de embalagem deve saber que toda vez que lhe for atribuído um produto com nome, ele deve desenhar um logotipo exclusivo e não apenas digitar uma fonte já existente.
Analisando a citação acima vemos que cada produto possui sua personalidade própria e ele precisa de um nome que reforce essa personalidade. Isso é possível com o uso de um logotipo criativo e diferente. Existem produtos que seus logotipos já estão gravados na mente das pessoas e elas conseguem identificá-los só olhado o logotipo. Em um supermercado onde existe uma enorme quantidade de produtos nas gôndolas, e estes estão amontoados um do lado do outro, os consumidores passam rápido pelos corredores e as vezes nem vêem o produto. Por isso, com o uso do logotipo bem desenvolvido fica mais fácil essa percepção.
Um outro aspecto que merece destaque,é saber como fazer a composição e diagramação correta.
Para Mestriner ( 2002, p 62):
O primeiro passo para fazer a composição, é atribuir os pesos necessários à função de cada elemento. A diagramação é arte de dispor os elementos visuais compondo unidades informativas e significantes, e merece ser estudada e desenvolvida pelos designers.
Em alguns produtos é comum vermos embalagens que deixam escondidos elementos importantes, que deveriam estar em destaque e de forma clara. Conclui-se que elementos como: os benefícios do produto, o que ele traz de novo, promoções, etc, devem ter seu espaço garantido. É muito importante que a função de maior relevância ocupe posição de destaque na embalagem, em ordem decrescente.
2.6 O comportamento de compra do público infantil
Agora nós temos que conhecer o comportamento de compra do público infantil, para que possamos estabelecer uma ligação entre as embalagens e as crianças.
Conforme Karsaklian (2000, p 220):
Uma das maiores críticas feitas contra a propaganda e, principalmente, contra a propaganda na televisão diz respeito as crianças. Pelo fato de elas não entenderem os objetivos comerciais dessa forma de comunicação,mostrar-se-iam incapazes de ter um espírito crítico e de desenvolver uma contra argumentação, deixando-se, assim, influenciar livremente pela propaganda.
O Conar (conselho nacional de auto-regulamentação publicitária), estabeleceu algumas leis para diminuir os impactos da propaganda no público infantil. Muitas empresas estão abusando nesse sentido e estão se utilizando de artimanhas para influenciar as vendas. Nem os pais e muito menos as crianças conseguem perceber essa deslealdade e a gravidade desses abusos.
Segundo Karsaklian (2000), a criança, hoje, possui poder de decisão em produtos que extrapolam o mundo dos brinquedos e guloseimas, influenciando as decisões de compra de toda a família.
Analisando a citação acima percebe-se que essa influência começa muito antes de se chegar ao local de compra, começando dentro de casa, na escola, na festinha, etc. Todos já viram alguma vez crianças que, depois de verem um comercial de TV ou um colega de escola usando um determinado produto, logo pedem seu pais e quando chegam nos corredores de supermercados e lojas ficam insistindo com os pais para receberem aquele produto específico.
Para Kasarklian (2000), as crianças de 0 até 2 anos rejeitam mais do que solicitam brinquedos e comida que lhes são mostrados. De 2 a 4 anos acontece as primeiras solicitações; e de 4 a 6 anos as preferências são mais acentuadas.
Conforme Karsaklian (2000 p 235):
Uma pesquisa realizada pelo Senac entre 7 e 9 anos, ela é critica, competitiva e intolerante. Mostra-se com alta auto-estima e desejo de mantê-la. Valoriza o dinheiro, pois sabe que ele é o responsável pela obtenção de produtos. A loja ideal é aquela onde ela pode provar, experimentar, pois é muito curiosa.
Na infância as crianças se desenvolvem muito rápido, tanto fisicamente quanto mentalmente, por isso, a maioria dos pais não conseguem lidar com o comportamento de compra de seus filhos. Se os pais; que estão o tempo todo perto de seus filhos não conseguem entender essas variações de comportamento, os profissionais de marketing tem uma tarefa mais difícil ainda. Esse é o maior desafio para as empresas que tem o público infantil como alvo, entendê-las e traçar estratégias que estejam alinhadas aos objetivos desse público.
Para Kasarklian (2000), a análise da influência nas crianças também deve levar em consideração a categoria de produto analisada na pesquisa.Conforme o tipo de produto, a influência da criança pode ser maior ou menor.
Avaliando essa citação concluí que, mesmo com toda a inocência do público infantil , não é qualquer categoria de produto que consegue influenciá-las. Até mesmo os adultos tem maior interesse em algumas categorias específicas de produtos ou serviços.
De acordo com karsaklian (2000), a embalagem desempenha um papel fundamental na escolha dos produtos, pois é ela que veicula as personagens, os nomes, o logotipo, as cores e todos os fatores suscetíveis de chamar a atenção das crianças.
Consegui perceber que é útil para quem trabalha com criação de embalagens para esse público conhecer a chamada moda do momento. Em cada época, há personagens infantis que estão em destaque e que as crianças estão se identificando naquele momento. Não adianta colocar a imagem de um personagem que fez sucesso a 6 meses e que agora não aparece mais. Até mesmo os nomes, cores e outros fatores tem que mudar com o passar do tempo.
De acordo com Gade (1980):
Uma enorme quantidade de apelos é dirigida diretamente à criança não só para convertê-la ao consumo como para transformá-la em promotora desse consumo. Isto porque se descobriu a nova imagem e o novo papel ativo da criança no núcleo familiar.
A sociedade, está sobrecarregada de informações, é muita comunicação ruim, mal distribuída e direcionada. Nós andamos pelas ruas e nos deparamos com vários anúncios em outdoors, cartazes, panfletos, etc, e muitas vezes nem prestamos atenção.
Os anunciantes estão querendo a todo custo vender seus produtos, e estes já descobriram que as crianças são mais fáceis de seduzir do que os adultos. Uma criança que consome um determinado tipo de produto, com certeza, influenciará outras ao seu redor, seja na escola, em festas, etc. Ela nem precisa falar bem do produto, só de aparecer perto de outras crianças usando ou consumindo, causará uma forte atração nas outras.
Conforme Las casas (2006):
Certamente os serviços, de um modo geral, não têm embalagem na forma tradicional, como os bens. A embalagem dos serviços têm objetivos diferenciados. Normalmente ela ajuda a apresentação e formação da imagem para o clientes. Em serviços a imagem é a embalagem.
Essa citação de Las Casas nos deixa claro que as embalagens não estão só presentes nos produtos, mas também nos serviços. Por exemplo: dentro de um avião, o uniforme das aeromoças, o layout das cadeiras são a embalagem daquele tipo de serviço.
No caso das crianças podemos perceber o fascínio que a Walt Disney causa. Os funcionários simplesmente se fantasiam dos personagens que elas mais gostam, ou seja, vestem uma embalagem.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Desenvolvimento das crianças - todas as idades, incluindo a do nosso publico-alvo (7 a 9 anos)

De 1 ano a 1 ano e meio (todos os cuidados para o seu bebê no mesmo lugar)
A criança imita sons e reconhece objetos. Adora brincar de espalhar e guardar tudo. Claro que do jeito dele.
Sugestões de brinquedos:
Caixote com objetos de formas geométricas.Cubos, círculos e triângulos de plástico ou feltro Potes e tampas Panelinhas
De 1 ano e meio a 2 anos
A criança já reconhece algumas cores e formas. Sabe procurar e encontrar objetos que guardou. Gosta de brinquedos que possa empurrar, puxar, encaixar e explorar com os dedos. Adora descobrir como as coisas funcionam.
Sugestões de brinquedos:
Brinquedos de montar Bichinhos de plástico Cubos com formas vazadas para encaixar peças similares Carrinhos e caminhões Chaves
De 2 anos a 2 anos e meio (estimule a imaginação dele)
Após os 2 anos a criança começa a descobrir o prazer de brincar com o outro. Ela já é capaz de assimilar muitas palavras ao mesmo tempo, construindo frases completas. Reconhece cores e formas. Compreende perfeitamente o significado da palavra NÃO . Classifica formas, cores e espessuras.
Sugestões de brinquedos:
Blocos lógicos: encontrados em lojas de brinquedos educativos. Possui quadrados, círculos, triângulos e retângulos nas cores primárias, com diferentes tamanhos e espessuras Blocos de madeira com diferentes formas e tamanhos para fazer torres e pequenas construções.
3 anos
Nesta fase, papais e mamães precisam ter bastante disponibilidade para responder a todos os questionamentos da criança - Como? Quando? E a preferida: Por quê? Apesar da linguagem ainda estar em desenvolvimento, seu vocabulário já é bastante extenso. Consegue comunicar-se com perfeição. A coordenação motora fina está mais segura. É nesta fase que a lateralidade (destra ou canhota) normalmente se define.
Sugestões de brinquedos:
Cubos de tecido, onde cada lado existe um treino motor como zíperes, botões e ganchos para abrir e fechar. Cubos com tamanhos decrescentes e que encaixam-se um dentro do outro, para serem empilhados.
4 anos
Agora a criança apresenta maior coordenação global e conseqüentemente coordenação fina. Começa a se interessar por brincadeiras coletivas e demonstra maior equilíbrio.
Sugestões de brinquedos: Jogos em equipe com uso de bola e bastões Bicicleta Trabalhos manuais, com tesoura de ponta redonda e sob superevisão de adultos
5 anos
Treinamento e motricidade já bem definidos. Descobre a satisfação em tentar resultados diferentes e conseguir realizar trabalhos esteticamente bonitos. A gama de opções cresce bastante. Torna-se mais sociável, descobrindo o prazer de brincar em grupo.
Sugestões de brinquedos:
Modelagem em massinha, argila ou gessoCanetas e caderno de desenhoQuebra-cabeçasPular cordaJogos coletivos com regras e objetivos mais elaborados
6 anos
A criança já é capaz de realizar diversas tarefas sozinha: troca a própria roupa, escova os dentes, dá laço em tênis. Bastante independente, já conhece a função de cada objeto. Surge um interesse maior por jogos eletrônicos e computador. Há bastante polêmica neste sentido, mas bem dosada a tecnologia estimula o raciocínio e o desenvolvimento de estratégias.
Sugestões de brinquedos:
Jogos eletrônicosJogos em computadorBonecos e bonecasPalavras cruzadasJogos com figuras e letras que representem a letra inicial do objeto
7 a 9 anos
Raciocínio lógico pode ser usado quase em sua totalidade, permitindo o trabalho com jogos de estratégias simples.
Sugestões de brinquedos:
Jogo da velha Jogo de damasTrilha
10 a 12 anos
Com o pensamento lógico desenvolvido em sua plenitude, pode-se usar jogos mais complexos e estratégias que necessitem de abstração.
Sugestões de brinquedos:
Estratégias de guerraBatalha naval Jogos de tabuleiro que forcem cálculos, previsões, custos e lucros Jogos de conhecimento geral com perguntas e respostas das mais diversas áreas.
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Caracteristicas das crianças de 7 a 9 anos - parte 1

CARACTERÍSTICAS FÍSICAS:Os músculos menores estão se desenvolvendo vagarosamente, e eles se cansam muito quando têm que realizar algo com muitos detalhes; portanto, não exija deles perfeição.Sete anos: estão aprendendo a escrever. Colabore em seu desenvolvimento físico dando-lhes oportunidade de escrever versículos fáceis, palavras importantes, pintar figuras, etc. Oito anos: gostam de se mostrar, fazendo coisas perigosas, como: sentar apoiando a cadeira num pé só, andar sobre um muro coberto de cacos de vidro; pegar bichinhos venenosos com garrafas ou brincar com bombinhas ou espingardas. Não mostre aprovação, nem grite para que parem, e nem mostre cuidado excessivo: porém, seja enérgico e faça-os parar quando estiverem fazendo algo muito perigoso. Chegue mais cedo para que a classe não vire uma confusão. Nove anos: sua coordenação motora já está quase perfeita, mas não é perfeita. Gostam muito de projetos de mesa: construir, armar, recompor uma cena, etc.CARACTERÍSTICAS MENTAIS:Estão aprendendo a raciocinar. Não lhes dê tudo mastigado. Não solucione os problemas deles, mas ajude-os a achar as soluções por si mesmos.O período de atenção é mais prolongado do que o dos alunos de 4 a 6 anos; varia mais ou menos de 10 a 15 minutos.Sete anos: estão aprendendo a ler e escrever, pois entraram para o primeiro ano. Gostam de fatos reais mas também de fantasias, e já conseguem distinguir um do outro. Use ambos, mas com mais freqüência os fatos reais, para evitar o pensamento de que o cristianismo é algo imaginado.Sua capacidade de expressão é limitada, mas têm boa memória. Ajude-os a se expressar em grupo, mas nunca force ninguém a participar contra a vontade. Se prometer algo, cumpra, pois eles se lembram sempre e vão deduzir que você é mentiroso, se não cumprir.Oito anos: gostam de ler, de aprender e de responder e de responder rapidamente. Leve-os a participar o máximo da aula. Gostam de pesquisar, de perguntar sobre o passado e o futuro, sobre outros povos, etc. Nove anos: gostam de expor suas idéias, de discutir, de perguntar, de ouvir histórias e de dizer coisas engraçadas. Saiba ouvi-los e dê respostas simples e claras. Saiba aceitar certas brincadeiras inofensivas. Gostam de ser desafiados. Desafie-os a trabalhar para Cristo. Evite pensar que são muito pequenos e não entendem nada sobre consagração.São pensadores, críticos e têm boa memória. Não se espante com certas perguntas profundas que venham a fazer. Ajude-os a ver a parte boa das coisas e das pessoas. Dê-lhes oportunidade para memorizar versículos da Bíblia e princípios gerais.CARACTERÍSTICAS EMOCIONAIS:Sete anos: gostam de agradar a professora dando-lhe presentes, e com conversas ou piadas. Mostre que você realmente se agrada dos presentes, porém deixe claro que isso não vai lhes trazer benefícios especiais nem vantagem sobre os outros.Não gostam do sexo oposto; são antagônicos. Evite colocar meninos e meninas juntos em qualquer atividade de grupo. Necessitam de companhia; são comunicativos e gostam de ser considerados alguém. Respeitam autoridade e são cooperadores.Oito anos: são egoístas e egocêntricos. Incentive-os a ajudar outras pessoas. Nessa idade, as crianças descobriram um mundo novo e estão vivendo intensamente dentro dele: é a escola secular - aulas, horários, responsabilidades, concorrência em notas, brigas durante o recreio, disciplina, hostilidade sem a proteção dos pais, coleguismo, realizações, recompensa, etc. Gostam da escola, da professora, dos seus cadernos de tarefa, enfim, do seu novo mundo. Sabem fazer comparações e descobrir se uma coisa é boa ou não, organizada ou não. E a escola dominical pode ficar em segundo plano se você, professor(a) dessa faixa etária, não levar a sério o trabalho de ensino.Nove anos: gostam de expor suas idéias, de discutir, de perguntar, de ouvir histórias e de dizer coisas engraçadas. Saiba ouvi-los e dê respostas simples e claras. Saiba aceitar certas brincadeiras inofensivas. Gostam de ser desafiados. Desafie-os a trabalhar para Cristo. São pensadores, críticos e têm boa memória. Não se espante com certas perguntas profundas que venham a fazer. Ajude-os a ver a parte boa das coisas e das pessoas. Dê-lhes oportunidade para memorizar versículos da Bíblia e princípios gerais.CARACTERÍSTICAS ESPIRITUAIS:Sete anos: são impacientes e querem saber tudo agora. Gostam da escola dominical e acreditam em Deus. Nessa idade já podem entender que Cristo os comprou com o Seu sangue, e que já não pertencem a si mesmos, mas a Ele.Oito anos: Ajude-os a conhecer a Cristo, e a andar com Ele em sua vida diária. Procure entender bem suas reações e mostre-se compreensivo. Cuidado com as panelinhas, pois podem destruir a classe. Seja um guia bem sensível às reações dos alunos e procure perceber se certo grupo está reagindo contra você, contra a classe ou contra o ambiente. Quando descobrir a causa, faça tudo para solucionar o problema.Nove anos: estão saindo do seu exclusivismo e o mundo à sua volta os preocupa; querem trabalhar para Cristo. . Incentive-os a cooperarem para o bom funcionamento da classe. Vibram quando a classe toda se envolve num projeto ou quando há competição entre sua classe e outra. Tome cuidado para que a competição em si não seja mais importante do que o propósito dela. Ficam arrasados quando o seu grupo perde uma competição. Envolva-os em pequenas tarefas na igreja como entregar panfletos, ajudar professores...

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Termo Sustentável 2

Sustentabilidade é um conceito sistêmico, relacionado com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana.
Propõe-se a ser um meio de configurar a civilização e actividade humanas, de tal forma que a sociedade, os seus membros e as suas economias possam preencher as suas necessidades e expressar o seu maior potencial no presente, e ao mesmo tempo preservar a biodiversidade e os ecossistemas naturais, planejando e agindo de forma a atingir pró-eficiência na manutenção indefinida desses ideais.
A sustentabilidade abrange vários níveis de organização, desde a vizinhança local até o planeta inteiro.
Para um empreendimento humano ser sustentável, tem de ter em vista 4 requisitos básicos. Esse empreendimento tem de ser:
ecologicamente correto;
economicamente viável;
socialmente justo; e
culturalmente aceito.

Definição
Colocando em termos simples, a sustentabilidade é prover o melhor para as pessoas e para o ambiente tanto agora como para um futuro indefinido. Segundo o Relatório de Brundtland (1987), sustentabilidade é: "suprir as necessidades da geração presente sem afetar a habilidade das gerações futuras de suprir as suas". Isso é muito parecido com a filosofia dos nativos dos Estados Unidos, que diziam que os seus líderes deviam sempre considerar os efeitos das suas ações nos seus dependentes após sete gerações futuras.
O termo original foi "desenvolvimento sustentável," um termo adaptado pela Agenda 21, programa das Nações Unidas. Algumas pessoas hoje, referem-se ao termo "desenvolvimento sustentável" como um termo amplo pois implica em desenvolvimento continuado, e insistem que ele deve ser reservado somente para as atividades de desenvolvimento. "Sustentabilidade", então, é hoje em dia usado como um termo amplo para todas as atividades humanas.
Na economia, crescimento sustentado refere-se a um ciclo de crescimento econômico real do valor da produção (descontada a inflação), sendo portanto relativamente constante e duradouro, assentado em bases consideradas estáveis e seguras.

Termo Sustentável

Por um planeta, realmente, sustentável

Agir de maneira sustentável é atender as necessidades do presente sem comprometer as possibilidades de as futuras gerações atenderem as suas próprias necessidades. Para ser sustentável, qualquer empreendimento humano deve ser ecologicamente correto, economicamente viável, socialmente justo e culturalmente aceito.

Termo Eco-Design

Eco-design é o termo para uma crescente tendência nos campos da arquitetura, engenharia e design em que o objetivo principal é projetar lugares, produtos e serviços que de alguma forma reduzam o uso de recursos não-renováveis ou minimizem o impacto ambiental. É vista geralmente como uma ferramenta necessária para atingir o desenvolvimento sustentável.
Aqueles que defendem esta filosofia acreditam que grande parte dos problemas ambientais foram causados pelo design convencional e pela indústria, que desconsideraram os riscos e impactos ambientais ao produzir bens e serviços. O Eco-design é um meio de reduzir ou eliminar esses impactos e manter qualidade de vida, substituindo produtos e processos por outros menos nocivos ao meio ambiente. o Eco-design é acima de tudo um novo conceito, o ecodesign pode ser desenvolvido atraves de materias que usamos frequentemente, e que apartir deles vamos criar novos objectos. esse objectos modificados virao a ter um novo conceito. esta tendência de design, é acima de tudo futurista, e com o objetivo de preservar o planeta e as civilizaçºoes futuras.
Princípios do Eco-Design
Escolha de materiais de baixo impacto ambiental: menos poluentes, não-tóxicos ou de produção sustentável ou reciclados, ou que requerem menos energia na fabricação.
Eficiência energética: utilizar processos de fabricação com menos energia.
Qualidade e durabilidade: produzir produtos que durem mais tempo e funcionem melhor a fim de gerar menos lixo;
Modularidade: criar objetos cujas peças possam ser trocadas em caso de defeito, pois assim não é todo o produto que é substituído, o que também gera menos lixo.
Reutilização/Reaproveitamento: Propôr objetos feitos a partir da reutilização ou reaproveitamento de outros objetos; projetar o objeto para sobreviver seu ciclo de vida, criar ciclos fechados.
Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Eco-design"